18/02/2008
Aquecimento Global
A maioria da população mundial não dá a devida atenção a esta problemática. Porquê? Será que as pessoas não compreendem a gravidade da situação? Esta “ignorância” por parte de alguma população pode ser causada devido ao desconhecimento dos locais onde é evidente este problema. Estes fenómenos são observáveis na variação da cobertura de neve das montanhas e das áreas geladas, no aumento do nível do mar, na extinção de espécies e, recentemente, no fenómeno El Niño.
O Aquecimento Global é causado, principalmente, pela população mundial, devido à emissão de gases responsáveis pelo efeito de estufa (dióxido de carbono, metano, ozono e CFC’s) para a atmosfera, provenientes de aparelhos quase indispensáveis para o Homem, como, por exemplo, os ares-condicionados e os automóveis. Até a comodidade das pessoas prejudica o ambiente!..Será que ninguém percebe o mal que está a fazer ao planeta? Esta situação não pode continuar!
Se não tomarmos medidas rapidamente, daqui a uns anos talvez toda a população esteja a viver num barco com os seus ares-condicionados, uma vez que apenas haverá mar devido à subida do nível dos mares; ou talvez estejamos na praia a apanhar sol com fatos contra as fortes radiações solares.
Para alterar tudo isto é necessário haver a consciencialização da população no sentido de conciliar o seu bem-estar com a situação do ambiente. Como diz Paulo Tarso “Temos que repensar sobre as nossas relações com o ambiente, mudar valores e práticas que nos conduzem a esse processo insustentável no qual nos encontramos”.
A Terra é a nossa casa, por isso temos que cuidar dela e preservá-la para o bem da humanidade!
Raquel Pardal n.º 29
17/02/2008
Terrorismo, porquê??

Nos dias de hoje, o terrorismo é uma das maiores causas de morte no Médio Oriente, onde as guerras entre as guerrilhas são muito frequentes, pondo em risco milhares de inocentes. Este método consiste no uso de violência por indivíduos, ou por grupos políticos, que tentam manifestar a sua opinião para algo, mas de uma forma muito aterrorizadora.
O terrorismo, que na maioria das vezes é causado por ataques à bomba ou suicidas, é actualmente mais visível nos países do Oriente, em que as lutas entre guerrilhas e discordância entre religiões causam conflitos que levam à morte de milhares de pessoas. Mas porquê deste modo? Não seria preferível chegar a um acordo?!
Estas lutas já duram há dezenas de anos, e, provavelmente, os mais velhos tentam incutir nos mais novos que terão de ganhar esta “Batalha”. Para mim, será esta a principal razão pela qual o terrorismo continua e continuará a destruir e a sacrificar centenas de pessoas.
Um caso muito actual causado pelo terrorismo foi o cancelamento do evento Rally Lisboa-Dakar 2008, uma prova de todo o terreno que se realiza há trinta anos até há capital do Senegal, por ameaça de ataque terrorista. Este cancelamento por um lado foi bom, pois não se ia pôr em causa a vida dos próprios participantes; mas por outro lado, não posso deixar de ficar apreensivo por temer que passe a imagem aos terroristas de que vale a pena ameaçar. Contudo, o mais importante é que como resultou uma vez, provavelmente irá resultar muitas mais, tendo-se aberto uma nova porta para o terrorismo…
Por fim o terrorismo dever ser resolvido de forma pacífica, não pondo em causa a vida de cidadãos inocentes. Todos nós temos as nossas opiniões e que devem ser discutidas, mas com calma e não é preciso destruir tudo para as mostrar.
O terrorismo, que na maioria das vezes é causado por ataques à bomba ou suicidas, é actualmente mais visível nos países do Oriente, em que as lutas entre guerrilhas e discordância entre religiões causam conflitos que levam à morte de milhares de pessoas. Mas porquê deste modo? Não seria preferível chegar a um acordo?!
Estas lutas já duram há dezenas de anos, e, provavelmente, os mais velhos tentam incutir nos mais novos que terão de ganhar esta “Batalha”. Para mim, será esta a principal razão pela qual o terrorismo continua e continuará a destruir e a sacrificar centenas de pessoas.
Um caso muito actual causado pelo terrorismo foi o cancelamento do evento Rally Lisboa-Dakar 2008, uma prova de todo o terreno que se realiza há trinta anos até há capital do Senegal, por ameaça de ataque terrorista. Este cancelamento por um lado foi bom, pois não se ia pôr em causa a vida dos próprios participantes; mas por outro lado, não posso deixar de ficar apreensivo por temer que passe a imagem aos terroristas de que vale a pena ameaçar. Contudo, o mais importante é que como resultou uma vez, provavelmente irá resultar muitas mais, tendo-se aberto uma nova porta para o terrorismo…
Por fim o terrorismo dever ser resolvido de forma pacífica, não pondo em causa a vida de cidadãos inocentes. Todos nós temos as nossas opiniões e que devem ser discutidas, mas com calma e não é preciso destruir tudo para as mostrar.
Nova fonte:
-http://ideiasdebate.blogspot.com/2005/07/terrorismo-ainda.html
David Pardal n.º14
Revolução Musical
“A revolução está a caminho!/A revolução já começou” (1), letra dos 30 Seconds to Mars, que reflecte as mudanças a que assistimos no mundo da música, decorrentes da profunda crise que as editoras passam nos dias de hoje.
O abandono dos antigos suportes musicais – cd e cassete – em detrimento do formato mp3 é, a meu ver, a causa maior da lenta morte das grandes editoras musicais como a Universal ou Virgin que “não querem ler a mensagem” (2), na medida em que, com a Internet, não só as vendas de cd baixaram drasticamente como também aumentaram exponencialmente os downloads ilegais.
Na tentativa (falhada) de reverter a situação actual, as majors têm-se subjugado ao iTunes, dado que, apesar de cada música custar apenas 0,99€, parte do lucro é revertido para elas. Contudo, a culpa é também das discográficas que “ergueram as suas defesas demasiado altas” (3), isto é, elevaram os preços dos formatos tradicionais incitando, de certo modo, ao download ilegal.
Se por um lado as bandas de garagem continuarão a precisar das editoras musicais para atingirem o mainstream, por outro lado, cada vez mais intérpretes de renome têm abandonado o catálogo das majors tal como os Radiohead. Devido à crescente independência financeira dos artistas que apostam na produção dos próprios cd’s e ao incremento da importância dos concertos que são, actualmente, a maior fonte de rendimentos “um novo dia virá, e eles serão finalmente livres.” (4).
Os concertos são, de facto, o Santo Graal das bandas, uma vez que possibilitam não só a fidelização dos fans como também a captação de novo público, através das tradicionais e já gastas estratégias de marketing como a bandeira do país às costas. No entanto, tendo em conta a minha experiência pessoal com os 30 Seconds to Mars, nos concertos existe uma verdadeira e honesta comunhão entre a banda e a público, reflectida no surpreendente e não programado acústico, onde Jared Leto proferiu: “Nós adoramo-vos tanto que vocês nem fazem ideia” e “Será que podemos regressar a Portugal para o resto das nossas vidas?” que testemunham a sua entrega apaixonada às 4000 pessoas presentes no Coliseu.
O hiato entre as discográficas e as bandas tende a expandir-se, levando a uma revolução de proporções inimagináveis no negócio da música, “não é uma questão de sorte, é apenas uma questão de tempo!” (5).
O abandono dos antigos suportes musicais – cd e cassete – em detrimento do formato mp3 é, a meu ver, a causa maior da lenta morte das grandes editoras musicais como a Universal ou Virgin que “não querem ler a mensagem” (2), na medida em que, com a Internet, não só as vendas de cd baixaram drasticamente como também aumentaram exponencialmente os downloads ilegais.
Na tentativa (falhada) de reverter a situação actual, as majors têm-se subjugado ao iTunes, dado que, apesar de cada música custar apenas 0,99€, parte do lucro é revertido para elas. Contudo, a culpa é também das discográficas que “ergueram as suas defesas demasiado altas” (3), isto é, elevaram os preços dos formatos tradicionais incitando, de certo modo, ao download ilegal.
Se por um lado as bandas de garagem continuarão a precisar das editoras musicais para atingirem o mainstream, por outro lado, cada vez mais intérpretes de renome têm abandonado o catálogo das majors tal como os Radiohead. Devido à crescente independência financeira dos artistas que apostam na produção dos próprios cd’s e ao incremento da importância dos concertos que são, actualmente, a maior fonte de rendimentos “um novo dia virá, e eles serão finalmente livres.” (4).
Os concertos são, de facto, o Santo Graal das bandas, uma vez que possibilitam não só a fidelização dos fans como também a captação de novo público, através das tradicionais e já gastas estratégias de marketing como a bandeira do país às costas. No entanto, tendo em conta a minha experiência pessoal com os 30 Seconds to Mars, nos concertos existe uma verdadeira e honesta comunhão entre a banda e a público, reflectida no surpreendente e não programado acústico, onde Jared Leto proferiu: “Nós adoramo-vos tanto que vocês nem fazem ideia” e “Será que podemos regressar a Portugal para o resto das nossas vidas?” que testemunham a sua entrega apaixonada às 4000 pessoas presentes no Coliseu.
O hiato entre as discográficas e as bandas tende a expandir-se, levando a uma revolução de proporções inimagináveis no negócio da música, “não é uma questão de sorte, é apenas uma questão de tempo!” (5).
(1)- “R-evolve”, 30 Seconds to Mars
(2)- “From Yesterday”, 30 Seconds to Mars
(3)- “Was it a dream?”, 30 Seconds to Mars
(4)- “Attack”, 30 Seconds to Mars
(5)- “Edge of the Earth”, 30 Seconds to Mars
(2)- “From Yesterday”, 30 Seconds to Mars
(3)- “Was it a dream?”, 30 Seconds to Mars
(4)- “Attack”, 30 Seconds to Mars
(5)- “Edge of the Earth”, 30 Seconds to Mars
Ana Nunes
nº3
Revolução Musical
Plano-Guia
o Introdução: - crise no negócio da música
o Desenvolvimento: - causa principal da crise (download ilegal)
- meios de obtenção de música/ novos suportes musicais (iTunes)
- independência dos artistas face às discográficas (Radiohead)
- concertos como estratégia de marketing
o Conclusão: - divergências entre artistas e editoras aumentarão
Nota: o texto terá partes de letras dos 30 Seconds to Mars”
Bibliografia:
- Blitz nº15
- Blitz nº18
- Blitz nº19
- Blitz nº20
o Introdução: - crise no negócio da música
o Desenvolvimento: - causa principal da crise (download ilegal)
- meios de obtenção de música/ novos suportes musicais (iTunes)
- independência dos artistas face às discográficas (Radiohead)
- concertos como estratégia de marketing
o Conclusão: - divergências entre artistas e editoras aumentarão
Nota: o texto terá partes de letras dos 30 Seconds to Mars”
Bibliografia:
- Blitz nº15
- Blitz nº18
- Blitz nº19
- Blitz nº20
Ana Nunes
nº3
Sonho, interpretação e importância na realidade

“O sonho comanda a vida e sempre que um homem sonha o mundo pula e avança” escreveu um dia António Gedeão, será que tinha razão? Tudo indica que sim! Mas será “tão concreta e definida” como ele próprio também indicou? Embora tudo indique que não, sobre uma coisa não restam dúvidas, é essencial não só nas criações metafóricas na qual se baseia a poesia mas também no dia a dia, embora este necessite de uma interpretação bastante meticulosa.
Estudos indicam "o sonho como manifestação criativa da psique (mente inconsciente e consciente), o que transcende os cinco sentidos". Acredita-se que o sonho possa ser visto desde uma correcção das designações adquiridas durante o dia, até um alerta pelo qual o inconsciente procura alertar a consciência para o que ela não percebe ou não quer aceitar, e tenta, por compensação, equilibrar a psique, sendo que esta segunda teoria é a mais aceite. "Dentro de cada um de nós há um outro que não conhecemos. Ele fala connosco por meio dos sonhos." É uma frase de Carl Jung que revela bem como se firma na segunda teoria, acreditando que o nosso “eu inconsciente” nos avisa durante os sonhos, aquela outra voz que difere da nossa, que nunca ouvimos, mas que estranhamente nos é estremamente familiar, é aliás essa voz que falando por imagens nos desperta os "deja vu" quando o sol nos desperta.
O sonho, quando analisado de forma profunda, acaba por descodificar a sua linguagem (pictórica e simbólica), e revela-nos assim a sua relação com a realidade demonstrando uma enorme coerência lógica afectiva. O sonho amplia-nos a consciência e dá-nos uma abertura para imagens, emoções, símbolos, aspectos não racionais da alma. As afecções corporais provocam uma imensa dramatização dos conflitos psíquicos, ou então, questões vitais manifestam-se no corpo por falta de meios para se exprimir revelando que "A psique e a matéria são aspectos diferentes de um único todo" como disse Carl Jung, que certamente deverá ter alguma razão, uma vez que os sonhos como parte incompleta do ser e como deficiencia no seu funcionamento, por vezes acabam por interferir com os sentimentos que nutrimos por alguem, acabando por vezes até por alterá-los.
Segundo tudo isto os sonhos têm uma faceta de enorme importância na vida de qualquer pessoa. Os estudos relacionados com o sonho não são importantes para interpretar os sonhos de uma comunidade no geral mas sim para conseguir-mos conhecer-nos totalmente e para alcançar-mos o bem-estar. Embora a ideia de os sonhos terem uma interfência estritamente positiva na vida das pessoas deva ser posta de parte, não deve de forma nenhuma ser questionada a importancia deste para que cada pessoa dê um passo em frente na sua vida, pois é no sonho que se trassa o esboço da estrada que queremos viver.
Fontes:
-http://www.virtual.epm.br/material/tis/curr-bio/trab2003/g3/sonhos.html
Rui Ribeiro nº33
Religião/Mentira
A mentira é uma declaração feita ou dita por alguém que é contrária à verdade, mas que tem como intuito fazer com que outros acreditem nela.
Da mesma forma que muitos acreditam que a mentira seja uma necessidade humana, um impulso que às vezes não pudemos impedir, eu acredito que se passe o mesmo com as pessoas religiosas, que precisam de acreditar em algo para seguir a sua vida, precisam de um conjunto de crenças que se podem relacionar com o divino, o sagrado, ou mesmo, o sobrenatural. Assim sendo, há quem acredite na existência de um ente supremo, há quem acredite que haja uma lei superior, mas outros, aqueles que tenciono falar, acreditam numa divindade, a quem chamam de "Deus".
Ao falarmos de uma religião, neste caso a católica, temos de falar num livro bastante antigo, que muitos acreditam ser escrito por Deus. Mas se assim o foi, como veio parar ao mundo terreno? Não deve ter sido enviado via fax. Na verdade, a bíblia, foi escrita durante mais de mil anos por diversas pessoas, que se dizem inspiradas por Deus.
Mentindo ou não, segundo dizem, a bíblia é a palavra de Deus, e as regras ou leis impostas pelo catolicismo são a sua vontade. Por mais estranho que pareça, as suas palavras e vontades são baseadas em cultos pagãos, como por exemplo, o nascimento de Jesus Cristo, mais conhecido como natal. Até ao nascimento do cristianismo, o dia 25 de Dezembro, fazia parte das celebrações do solstício de Inverno, e neste dia era celebrado o nascimento do Deus do Sol. Dia este que era chamado por “Natalis Solis Invicti (nascimento do Sol invencível)”, daí mais tarde ser denominado por Natal.
Esta religião também tem os seus pecados de acordo com suposta vontade de Deus. São eles a vaidade, inveja, ira, preguiça, avareza, gula e luxúria. Portanto deixo aqui uma pergunta intrigante: nós não podemos ser vaidosos, mas podemos mentir? Pois, ainda bem que Deus perdoa, porque se assim não o fosse, o clero através da sua luxuosa vida à custa dos crentes ou da ira que sentem quando ferem o seu Deus ou até mesmo da gula de poder e dinheiro, não entrariam no Céu.
Ao pensar um pouco, concluí que a religião já é uma mentira em si, aliás, "a religião sempre foi vista pelas pessoas comuns como verdadeira, pelos inteligentes como falsa, e pelos governantes como útil" - Séneca - e, portanto, a mentira, não faz parte dos pecados da religião. Mas ao fim ao cabo, depois de tanta propaganda, a religião é apenas uma questão de fé, e eu tenho fé em mim.
Rafael Mamede
Fontes:
- www.lideranca.org
- www.ateismo.net
- www.wikipedia.org
- www.stories.org.br
- www.ateismo.net
- www.wikipedia.org
- www.stories.org.br
12/02/2008
Aquecimento Global
Plano-Guia
* Introdução
- O que é o aquecimento global?
* Desenvolvimento
- Onde está evidente (exemplos)?
- Causas: responsabilidade humana
- Consequências futuras
- Consciencialização da população
* Conclusão
- O que se pode fazer para reduzir o aquecimento global
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global
http://www.malhatlantica.pt/cnaturais/aquecimento_global.htm
http://www.seed.slb.com/pt/scictr/watch/climate_change/impact.htm
* Introdução
- O que é o aquecimento global?
* Desenvolvimento
- Onde está evidente (exemplos)?
- Causas: responsabilidade humana
- Consequências futuras
- Consciencialização da população
* Conclusão
- O que se pode fazer para reduzir o aquecimento global
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global
http://www.malhatlantica.pt/cnaturais/aquecimento_global.htm
http://www.seed.slb.com/pt/scictr/watch/climate_change/impact.htm
Raquel Pardal n.º29
09/02/2008
Plano Guia - Sonho, interpretação e importância na realidade
Introdução:
- O que é o sonho?
Desenvolvimento:
- Teoria acerca do sonho
- Significados do sonho
- Desvantagem de ignorar o sonho
Conclusão:
- Importância do sonho
Rui Ribeiro nº 33
- O que é o sonho?
Desenvolvimento:
- Teoria acerca do sonho
- Significados do sonho
- Desvantagem de ignorar o sonho
Conclusão:
- Importância do sonho
Rui Ribeiro nº 33
07/02/2008
Plano Guia - Terrorismo porquê?
Introdução:
•Pequena definição de terrorismo;
•Onde há mais terrorismo.
Desenvolvimento:
•Causas e consequências;
•Os interesses do terrorismo;
•Um exemplo actual causado pelo terrorismo.
Conclusão:
•Como resolver o terrorismo.
tp://pt.wikipedia.org/wiki/Terrorismo
http://autosport.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=as.stories/40377
David Pardal nº.14
•Pequena definição de terrorismo;
•Onde há mais terrorismo.
Desenvolvimento:
•Causas e consequências;
•Os interesses do terrorismo;
•Um exemplo actual causado pelo terrorismo.
Conclusão:
•Como resolver o terrorismo.
tp://pt.wikipedia.org/wiki/Terrorismo
http://autosport.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=as.stories/40377
David Pardal nº.14
05/02/2008
Plano Guia - Religião/Mentira
Introdução:
- Definição de mentira e de religião
- Será a religião uma necessidade humana?
Desenvolvimento:
- Quem escreveu a bíblia/A base da construção da religião cristã
- O natal (nascimento de Cristo?)
- Mentira como um pecado
Conclusão:
- A religião tem como base mentiras
Rafael Mamede
- Definição de mentira e de religião
- Será a religião uma necessidade humana?
Desenvolvimento:
- Quem escreveu a bíblia/A base da construção da religião cristã
- O natal (nascimento de Cristo?)
- Mentira como um pecado
Conclusão:
- A religião tem como base mentiras
Rafael Mamede
04/01/2008
Músicas
Actualizámos a secção de música, colocando as seguintes músicas: "Canoas do Tejo" interpretado por Carlos do Carmo, "Ó Gente da Minha Terra" cantado por Mariza e "Sompram os Ventos Adversos" de Camané, uma vez que o fado transmite a alma lusa que nos caracteriza.
09/12/2007
Luzes das grandes cidades
"Luzes das grandes cidades. Olhas para elas enquanto o avião perde altitude e vê-las cobrir a crosta terrestre como fungos brilhantes. São células que estendem as suas ramificações, como bracinhos intermináveis, umas para as outras. Em tempos, este planalto foi só mato e terra vermelha. À noite ouviam-se guinchos de animais, mas nada se via naquela negrura de breu. Milhares de anos passaram assim, taé às primeiras fogueiras e archotes e acampamentos nómadas, e mais umas centenas até às primeiras casas perdidas no meio de enormes fazendas, mal alumiadas por velas e candeeiros a óleo, distantes umas das outras por horas e dias a cavalo, carentes até da noção da sua própria solidão.
A primeira verdadeira cidade que nasceu neste pedaço de terreno que os teus olhos espreitam da janela do avião foi fundada há não mais de duas gerações. É no Novo Mundo, onde todas estas coisas te atingem de frente, mas poderia ser em qualquer outra região do globo. Espalhámo-nos como uma poeira a partir de África, há pouquíssimo tempo na história do planeta. Uns milhares de primatas, discretos e pouco notáveis, pouca diferença fizeram até habitarem em todos os continentes. E foi só na ponta mais recente da fase mais recente da pouca história que passámos aconchegados em cidades- talvez por medo - , que a electricidade iluminou os solos e algo de extraordinário aconteceu. Dás-te conta do que foi, ensanduichado entre o céu estrelado e a terra dura, num avião disparado a centenas de quilómetros por hora. Aquilo que te dás conta: de que as luzes das cidades abaixo são mais belas do que as luzes das estrelas no céu. São mais ricas e fascinantes - e as outras comparativamente pálidas e inexpressivas."
in Blitz nº18, por Rui Tavares
Considerei ser pertinente a "postagem" deste artigo de opinião, uma vez que segundo a minha perspectiva, este apresenta uma concepção moderna do futurismo exaltado por Álvaro de Campos; em ambos, há um fascínio pela cidade e pela máquina como produto da evolução do homem.
Ana Nunes
05/12/2007
Natal...Na Província Neva
Na sucessão do "post" anterior, optámos por publicar um poema de Fernando Pessoa referente ao Natal.
Natal...Na Província Neva
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.
Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo,
'Stou só e sonho saudade.
E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei!
Natal...Na Província Neva
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.
Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo,
'Stou só e sonho saudade.
E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei!
Fernando Pessoa
Boas Festas
O nosso blog entra oficialmente na época festiva.
A todos os visitantes desejamos um Feliz Natal, recheado de fraternidade, amor e alegria; e um Próspero Ano Novo, cheio de paz, harmonia e felicidade!
A todos os visitantes desejamos um Feliz Natal, recheado de fraternidade, amor e alegria; e um Próspero Ano Novo, cheio de paz, harmonia e felicidade!
01/12/2007
29/11/2007
24/11/2007
04/11/2007
Quadras dedicadas á Feira de Castro
Mote:
Adeus ó Feira de Castro
Que já te fico conhecendo
Levo as unhas de pau gasto
E as bordas do cu ardendo

Adeus ó Feira de Castro
Que já te fico conhecendo
Levo as unhas de pau gasto
E as bordas do cu ardendo
1º
Foi uma cantiga cantada
Pelo coxo de Alfundão
Uma noite num serão
Ás quatro da madrugada
Na caixa não tinha nada
E o tempo corria áspero
Com muitas nuvens no astro
Sem ter casa nem gorida
Faço a minha despedida
Adeus ó Feira de Castro
Foi uma cantiga cantada
Pelo coxo de Alfundão
Uma noite num serão
Ás quatro da madrugada
Na caixa não tinha nada
E o tempo corria áspero
Com muitas nuvens no astro
Sem ter casa nem gorida
Faço a minha despedida
Adeus ó Feira de Castro
2º
A Joséfinha coitadinha
Tocava a sua guitarra
Sempre metida na farra
Uma noite inteirinha
Não vejo que sou ceguinha
É por isso que estou sofrendo
Mas apesar de não estar vendo
A feira estou a sentir
E por tantos anos cá vir
Já te fico conhecendo
A Joséfinha coitadinha
Tocava a sua guitarra
Sempre metida na farra
Uma noite inteirinha
Não vejo que sou ceguinha
É por isso que estou sofrendo
Mas apesar de não estar vendo
A feira estou a sentir
E por tantos anos cá vir
Já te fico conhecendo
3º
E o Matias que também andava
Nessa dita companhia
Da Joséfinha era o guia
Que pela mão a levava
Tudo gente que cantava
Naquelas casas de pasto
Partiram sem deixar rasto
Alunos da mesma escola
E com tanto tocar viola
Levo as unhas de pau gasto
E o Matias que também andava
Nessa dita companhia
Da Joséfinha era o guia
Que pela mão a levava
Tudo gente que cantava
Naquelas casas de pasto
Partiram sem deixar rasto
Alunos da mesma escola
E com tanto tocar viola
Levo as unhas de pau gasto
4º
Com o cante no sentido
Já chegou o Zambujeira
Sentou-se numa cadeira
Ficou no grupo metido
Ali ficou entretido
Foi cantando e foi bebendo
Pelo jeito que estou vendo
Vou ficando embriagado
E com três dias assentado
E as bordas do cu ardendo
Com o cante no sentido
Já chegou o Zambujeira
Sentou-se numa cadeira
Ficou no grupo metido
Ali ficou entretido
Foi cantando e foi bebendo
Pelo jeito que estou vendo
Vou ficando embriagado
E com três dias assentado
E as bordas do cu ardendo
Poeta popular Manuel Mira
Tradições perdidas
Plano Guia

Introdução:
-O que é a feira de Castro.
Desenvolvimento:
-Como era antigamente;
-Quais as tradições que a acompanham e que se perderam no tempo;
-Como a feira é vista hoje em dia.
Conclusão:
-Aquilo em que a feira se transformou.

Dissertação
Introdução:
-O que é a feira de Castro.
Desenvolvimento:
-Como era antigamente;
-Quais as tradições que a acompanham e que se perderam no tempo;
-Como a feira é vista hoje em dia.
Conclusão:
-Aquilo em que a feira se transformou.
Dissertação
Feira de Castro, onde cada visitante se perde num mar de tradições, ou será que não? Sem dúvida que um dia assim o foi, mas será que ainda o é? Bem apesar disso esta é hoje em dia a maior feira do Baixo Alentejo e a que atrai mais pessoas, embora a sua essência não seja a mesma de outrora.
Em tempos de extrema pobreza, oito dias antes da feira já Castro Verde via reuniões familiares e a chegada de visitantes, feira esta que não tinha duração máxima, mas um mínimo de quatro dias. Havia a rua dos sapatos, das plicas (roupa de lã), dos ourives (ouro), do cobre e até uma rua de “meninas”, uma feira onde era obrigatório provar as batatas doces cozidas pelas velhas algarvias, que ao que se conta eram únicas, e em cada taberna em que se entrasse podia ver-se os homens a cantar a despique, e tudo isto debaixo do cheiro das “maçãs da feira de Castro”,que impregnavam a vila enquanto a feira durasse.
Hoje quem vai á feira de Castro apenas vê barracas de roupa e sapatos, já não existe a tradicional feira de gado, e a única coisa que marca a feira para a juventude são as músicas completamente enlouquecedoras dos carros de choque e do grilo, que de certa forma devem ser a evolução dos carrosséis, do poço da morte e dos circos que outrora acompanhavam a feira, mas felizmente mantém-se o cante a despique, graças a algumas entidades, embora seja completamente menosprezado.
Um olhar sobre a feira actualmente, e de alguém que não tenha conhecimento da tradição, apenas revela os divertimentos e o tendeiros que vendem roupa e sapatos.
Graças a muitas pessoas tenta-se manter um aspecto tradicional na feira embora nada se compare á riqueza que já teve, é por isso que apesar de não esconder o orgulho que tenho na feira de Castro também não tenho problemas que nela vejo uma casa degradada na qual cada parede é uma tradição desmoronada.
Em tempos de extrema pobreza, oito dias antes da feira já Castro Verde via reuniões familiares e a chegada de visitantes, feira esta que não tinha duração máxima, mas um mínimo de quatro dias. Havia a rua dos sapatos, das plicas (roupa de lã), dos ourives (ouro), do cobre e até uma rua de “meninas”, uma feira onde era obrigatório provar as batatas doces cozidas pelas velhas algarvias, que ao que se conta eram únicas, e em cada taberna em que se entrasse podia ver-se os homens a cantar a despique, e tudo isto debaixo do cheiro das “maçãs da feira de Castro”,que impregnavam a vila enquanto a feira durasse.
Hoje quem vai á feira de Castro apenas vê barracas de roupa e sapatos, já não existe a tradicional feira de gado, e a única coisa que marca a feira para a juventude são as músicas completamente enlouquecedoras dos carros de choque e do grilo, que de certa forma devem ser a evolução dos carrosséis, do poço da morte e dos circos que outrora acompanhavam a feira, mas felizmente mantém-se o cante a despique, graças a algumas entidades, embora seja completamente menosprezado.
Um olhar sobre a feira actualmente, e de alguém que não tenha conhecimento da tradição, apenas revela os divertimentos e o tendeiros que vendem roupa e sapatos.
Graças a muitas pessoas tenta-se manter um aspecto tradicional na feira embora nada se compare á riqueza que já teve, é por isso que apesar de não esconder o orgulho que tenho na feira de Castro também não tenho problemas que nela vejo uma casa degradada na qual cada parede é uma tradição desmoronada.
Rui Ribeiro
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