12/02/2008

Aquecimento Global

Plano-Guia

* Introdução
- O que é o aquecimento global?

* Desenvolvimento
- Onde está evidente (exemplos)?
- Causas: responsabilidade humana
- Consequências futuras
- Consciencialização da população

* Conclusão
- O que se pode fazer para reduzir o aquecimento global

Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aquecimento_global
http://www.malhatlantica.pt/cnaturais/aquecimento_global.htm
http://www.seed.slb.com/pt/scictr/watch/climate_change/impact.htm



Raquel Pardal n.º29

09/02/2008

Plano Guia - Sonho, interpretação e importância na realidade

Introdução:
- O que é o sonho?

Desenvolvimento:
- Teoria acerca do sonho
- Significados do sonho
- Desvantagem de ignorar o sonho

Conclusão:
- Importância do sonho

Rui Ribeiro nº 33

07/02/2008

Plano Guia - Terrorismo porquê?

Introdução:
•Pequena definição de terrorismo;
•Onde há mais terrorismo.

Desenvolvimento:
•Causas e consequências;
•Os interesses do terrorismo;
•Um exemplo actual causado pelo terrorismo.

Conclusão:
•Como resolver o terrorismo.




tp://pt.wikipedia.org/wiki/Terrorismo

http://autosport.clix.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=as.stories/40377



David Pardal nº.14

05/02/2008

Plano Guia - Religião/Mentira

Introdução:
- Definição de mentira e de religião
- Será a religião uma necessidade humana?

Desenvolvimento:
- Quem escreveu a bíblia/A base da construção da religião cristã
- O natal (nascimento de Cristo?)
- Mentira como um pecado

Conclusão:
- A religião tem como base mentiras

Rafael Mamede

04/01/2008

Músicas

Actualizámos a secção de música, colocando as seguintes músicas: "Canoas do Tejo" interpretado por Carlos do Carmo, "Ó Gente da Minha Terra" cantado por Mariza e "Sompram os Ventos Adversos" de Camané, uma vez que o fado transmite a alma lusa que nos caracteriza.

09/12/2007

Luzes das grandes cidades





"Luzes das grandes cidades. Olhas para elas enquanto o avião perde altitude e vê-las cobrir a crosta terrestre como fungos brilhantes. São células que estendem as suas ramificações, como bracinhos intermináveis, umas para as outras. Em tempos, este planalto foi só mato e terra vermelha. À noite ouviam-se guinchos de animais, mas nada se via naquela negrura de breu. Milhares de anos passaram assim, taé às primeiras fogueiras e archotes e acampamentos nómadas, e mais umas centenas até às primeiras casas perdidas no meio de enormes fazendas, mal alumiadas por velas e candeeiros a óleo, distantes umas das outras por horas e dias a cavalo, carentes até da noção da sua própria solidão.
A primeira verdadeira cidade que nasceu neste pedaço de terreno que os teus olhos espreitam da janela do avião foi fundada há não mais de duas gerações. É no Novo Mundo, onde todas estas coisas te atingem de frente, mas poderia ser em qualquer outra região do globo. Espalhámo-nos como uma poeira a partir de África, há pouquíssimo tempo na história do planeta. Uns milhares de primatas, discretos e pouco notáveis, pouca diferença fizeram até habitarem em todos os continentes. E foi só na ponta mais recente da fase mais recente da pouca história que passámos aconchegados em cidades- talvez por medo - , que a electricidade iluminou os solos e algo de extraordinário aconteceu. Dás-te conta do que foi, ensanduichado entre o céu estrelado e a terra dura, num avião disparado a centenas de quilómetros por hora. Aquilo que te dás conta: de que as luzes das cidades abaixo são mais belas do que as luzes das estrelas no céu. São mais ricas e fascinantes - e as outras comparativamente pálidas e inexpressivas."

in Blitz nº18, por Rui Tavares


Considerei ser pertinente a "postagem" deste artigo de opinião, uma vez que segundo a minha perspectiva, este apresenta uma concepção moderna do futurismo exaltado por Álvaro de Campos; em ambos, há um fascínio pela cidade e pela máquina como produto da evolução do homem.


Ana Nunes

05/12/2007

Natal...Na Província Neva

Na sucessão do "post" anterior, optámos por publicar um poema de Fernando Pessoa referente ao Natal.

Natal...Na Província Neva
Nos lares aconchegados,
Um sentimento conserva
Os sentimentos passados.

Coração oposto ao mundo,
Como a família é verdade!
Meu pensamento é profundo,
'Stou só e sonho saudade.

E como é branca de graça
A paisagem que não sei,
Vista de trás da vidraça
Do lar que nunca terei!

Fernando Pessoa